Em Exercícios críticos, há uma tentativa de aproximar a crítica, literária também, de outros espaços, para além da sala de aula das universidades. Diante deste desafio, o autor coloca outro: o de tornar-se bilíngue em seu próprio idioma; ou, como ele denomina no decorrer de suas discussões, a esquizofrenia produtiva.
Ano da edição: 2008 Autor: João Cezar de Castro Rocha ISBN: 978-85-98981-93-2
Esta obra explora o processo de formação de políticas públicas a partir de uma abordagem que integra sociedade civil e Estado, focando na interação entre atores sociais e instituiçõ
Este livro ilustra experiências disciplinares e interdisciplinares de diferentes atores que, abordando temáticas próprias de suas áreas de origem, discutem princípios, processos e práticas. Ambien
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
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A obra de Hannah Arendt suscita reflexões, ações e posicionamentos morais sobre fenômenos humanos contemporâneos. Com essa perspectiva, estudiosos do pensamento arendtiano se congregam para refletir sobre
O jovem Mário de Andrade, durante a Primeira Guerra Mundial, afirmava em seu primeiro livro: “Há uma gota de sangue em cada poema”. Parafraseando o poeta e com base em suas reflexões e práticas, o
Revitalizar – esta é a palavra-chave da leitura de Dizer o que não se deixa dizer, de Rodrigo Duarte. Dizer o que não se quer dizer, o que não se deve, não se pode, não se permite ou o que
Nas primeiras décadas do século XX – com ressonâncias até os anos 1950/60 –, uma onda arrebatadora de renovação agitou o mundo literário, nele operando transformaçõ
Este livro, fruto de discussões oriundas do GT da ANPEPP “Tecnologias, subjetividades, políticas e escritas de pesquisa”, abrange diferentes possibilidades de pesquisa cujo fio condutor foi o PesquisarCOM c
Arlene Renk apresenta narrativas do diferente como parte constituinte do coletivo. Etnias e identidades se relacionam para formar o que chamamos de região. A partir de diversas narrativas, muitos questionamentos são suscita
A crítica da autora descarta “toda a estética e toda a fetichização da literatura; pensa em sua materialidade, nos suportes concretos do livro, na indústria literária e cultural, as editora