A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Em Mito e literatura, o leitor encontrará essencialmente cinco aulas de hermenêutica. Na verdade, são autênticas master classes, dedicadas a cinco obras da literatura latino-americana do século XX que seg
Ano da edição: 2021 Organizadores: Daiane Eccel; Diogo Norberto Mesti; Rosana Moura ISBN: 978-65-88029-45-9 Páginas: 288 Onde deve estar a filosofia? A filosofia deve estar organizando, reunindo, pensando a educação e, mais precisamente, repensando a figura do aluno por uma perspectiva ampla, plural e dialógica. Com isso, é possível resgatar as condições mínimas do exercício da aprendizagem, do ensino, da educação e da formação, pois essas condições são dadas a partir do desejo e também do prazer em aprender que é por definição a característica mais marcante da própria faceta educativa da filosofia. Amar o saber, desejar aprender, ser aluno, tudo isso se confunde com o pensamento filosófico. Com isso, as reflexões de inúmeros filósofos da educação e amantes do saber aqui reunidas abrem uma trilha para a direção oposta à ignorância e à brutalidade e desenha a formação humana utilizando inúmeros outros recursos e resultados, repensando a autonomia, a decolonialidade, a técnica, a arte, a produção, a criação, a imaginação, as emoções, as crises, a natureza, a partir de pensadores antigos, modernos e contemporâneos que forjaram e moldam nossas tradições e origens.
Ano da edição: 2018 Organizadoras: Rosana Maria Badalotti, Cristiane Tonezer, Dunia Comerlatto ISBN: 978-85-7897-300-1 Páginas: 700 Esta publicação é resultado da realização do “II Seminário Regional: Território, Territorialidades e Desenvolvimento Regional: os Movimentos Sociais”, que aconteceu entre os dias 10 e 11 de novembro de 2016, na Universidade Comunitária da Região de Chapecó (UNOCHAPECÓ), e contou com a promoção do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Políticas Sociais e Dinâmicas Regionais e copromoção do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação. Esta obra contou com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Esta obra apresenta parte de textos proferidos em conferências, mesas-redondas e nos quatro grupos de trabalho – Movimentos Sociais Rurais; Movimentos Sociais Urbanos; Governança do Território, Institucionalidades Sociais e Desenvolvimento Regional; e, Movimentos Sociais e Desafios Contemporâneos – que reuniram trabalhos de pesquisas, experiências e ações políticas, econômicas e culturais apresentados por estudantes de diferentes cursos de graduação e pós-graduação, professores e profissionais e militantes de movimentos sociais de diferentes regiões do País.
Ano da edição: 2022 Organizadores: Tania Mara Zancanaro Pieczkowski; Leonel Piovezana; Ivo Dickmann ISBN: 978-65-88029-70-1 Páginas: 380 Essa coletânea de textos, todos escritos a partir de pesquisas realizadas no Programa de Pós-Graduação em Educação da Unochapecó (PPGE) Unochapecó), tem a fisionomia de uma vitória histórica e o sabor de uma grande conquista. Singela, sem dúvida, mas muito representativa. Representa também os resultados (e efeitos) da presença da pós-graduação na região que, a partir da criação do PPGE, pôde debruçar-se sobre temas relevantes, auxiliando na compreensão e na superação das distâncias sociais que, historicamente, caracterizam as sociedades modernas, estruturadas sob a égide do capitalismo. Demonstra, também, o processo de consolidação acadêmica e universitária da Unochapecó. Nas palavras do nosso mestre, o prof. Ireno Berticelli: “Só poderemos nos considerar uma universidade plena e madura, quando tivermos implantada a pós-graduação stricto sensu”.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Sady Mazzioni, Maurício Leite, Tatiane Salete Mattei, Ana Cláudia Lara Crizel ISBN: 978-85-7897-383-4 Páginas: 384 Está publicação materializa não apenas o sucesso da premiação, mas também deixa legado o empenho e a dedicação das empresas que integram essa importante causa. Ao longo das páginas deste e-Book, há relatos de empresas de diferentes portes, entidades e startups que encontraram na sustentabilidade não apenas uma diretriz ética, mas uma estratégia de inovação, competitividade e impacto positivo. São ações que demonstram como é possível conciliar o desenvolvimento econômico, responsabilidade social e preservação ambiental - pilares que sustentam um modelo necessário de negócios e legitimado pela sociedade.
Ano da edição: 2023 Organizador(a): Carine Vendruscolo ISBN: 978-85-9787-336-0 Páginas: 354 A presente obra, em seus 17 capítulos, organizados em duas seções, apresenta subsídios para reflexões e diálogos sobre promoção da saúde e prevenção de agravos, à luz de vivências e estudos da área da Enfermagem em diferentes cenários de atuação da APS. Os estudos compilados junto ao Grupo de Pesquisa da Universidade do Estado de Santa Catarina – Laboratório de Inovação e Tecnologias para a Gestão do Cuidado e Educação Permanente em Saúde (LABIGEPS/UDESC) nos possibilitam analisar essa temática sob diferentes prismas dentro da Enfermagem e o quanto, por vezes, os profissionais da saúde, em especial da Enfermagem, são capturados por formas e processos de trabalhos que não condizem com as prerrogativas do modelo de atenção preconizado pelo SUS. Os textos nos convidam a reavaliar nossas práticas de promoção da saúde e prevenção de agravos, entre elas, o da P4, a qual amplia a lógica do modelo processual em muitos espaços ainda vigente, logo, nos possibilita refletir sobre o processo de trabalho na APS a fim de fortalecer o SUS, pois precisamos sempre lembrar que o SUS somos nós! Logo, a efetivação desse sistema depende de todos(as) nós, enquanto cidadãos e cidadãs, independentemente dos espaços que estamos ocupando ora como usuários, ora como profissionais, ora no ensino, ora como gestores desse sistema.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Antonio Marcos Myskiw, Carlos Alberto Gianotti, Rosane Natalina Meneghetti e Valdir Prigol ISBN: 978-85-7897-377-3 Páginas: 295 As ideias iniciais deste livro contendo a trajetória histórica de dezenas de editoras universitárias atreladas a universidades públicas e comunitárias situadas nos três estados do sul do Brasil foram gestadas durante o encontro da Regional Sul da ABEU, organizado pela Editora Unila, com apoio da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu/PR, nos primeiros dias de abril de 2024. A conferência de abertura do encontro foi proferida pela professora Leilah Santiago Bufrem, tendo como tema de seu pronunciamento a história das editoras universitárias no Brasil. Com o término da conferência e a abertura para intervenções daqueles que a acompanharam (presencialmente e de forma remota), a trajetória de várias editoras universitárias somaram-se à história narrada por Leilah que, durante os diálogos pós-conferência, se propôs a contribuir para com a escrita de uma obra coletiva contendo histórias e memórias de outras editoras universitárias. A ideia ganhou muitos adeptos. Ao longo de alguns meses, o projeto do livro tomou forma num diálogo cruzado entre os organizadores e as editoras universitárias da Regional Sul da ABEU. Entendemos que deveríamos ir além de uma obra contendo apenas a história das editoras. Propusemos como desafio às editoras e suas equipes a escrita de ensaios em torno de alguns temas que se ligam à prática cotidiana das editoras ou impactam-nas de forma direta ou indireta, que constam na segunda parte do livro.
Ano de edição: 2025 Organizadores: Vanessa da Silva Corralo, Marlon Santa Maria Dias e Caroline Kirschner ISBN: 978-85-7897-391-9 Páginas: 121 Os textos abordam diferentes experiências que articulam pesquisa, ensino e extensão no contexto universitário. Para além da produção do conhecimento, os artigos são instigantes em apresentar práticas pedagógicas com potencial de replicação em outros cenários. Produções como essa são fundamentais para reforçar a importância da universidade e da ciência para o desenvolvimento social
Ano da edição: 2021 Organizadores: Hilário Júnior dos Santos; Elcio Cecchetti ISBN: 978-65-88029-47-3 Páginas: 226 A Aprendizagem Baseada em Experiências (ABEx) é uma concepção de aprendizagem que busca promover a formação integral nos âmbitos social, interpessoal, pessoal e profissional, por meio de processos pedagógicos centrados nas dimensões do saber (conceitos), saber-fazer (habilidades) e saber-ser/viver (atitudes), a partir de metodologias que estimulem o protagonismo e o projeto de vida dos estudantes. A presente obra reúne diferentes contribuições que, de um lado, abordam a ABEx desde suas bases conceituais, metodológicas e avaliativas e que, de outro, tecem reflexões e relações acerca das dimensões da pesquisa, extensão, internacionalização e inovação, bem como dos processos de subjetivação e de acolhimento das expectativas dos sujeitos contemporâneos.
Andrea Daher, professora de teoria e metodologia da história no Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenadora do laboratório de pesquisa em história das práticas letradas, reúne, no conjunto de textos que compõe este livro, autores nacionais e internacionais, como Hélio de Seixas Guimarães, João Adolfo Hansen, Marcello Moreira, Pedro de Niemayer Cesarino e Roger Chartier. A obra Oral por escrito. A oralidade na ordem da escrita, da retórica à literatura aborda a formulação crítica sobre a presença do oral no escrito. Neste livro, o leitor pode perceber a evidente tensão entre oralidade e escrita, como propõe o título, em que o valor de um é posto no outro, embora seus sentidos permaneçam sempre presentes. Os textos reunidos na obra propõem formulações críticas sobre a presença do oral no escrito, segundo as modalidades históricas dos seus usos e na contramão de sua monumentalização.
A obra tem o propósito de discutir a biblioteconomia através da modernidade, abordando as novas maneiras de pensar na inovação da profissão. As novas práticas de trabalho estão evoluindo constantemente no mercado atual e os profissionais da biblioteconomia possuem diversas alternativas para se desenvolver na profissão. Um exemplo são as ferramentas digitais, que podem ser utilizadas de forma prática para distribuição do conteúdo.Ser bibliotecário é ter credibilidade para não somente lidar com informação, mas também para falar sobre informação. Pensando dessa maneira, a obra nos faz refletir sobre a profissão de uma maneira mais social. Por meio de pesquisas que buscam mostrar diferentes maneiras de adaptar a biblioteconomia na realidade da sociedade atual, a obra traz textos e dados dos resultados da utilização dessas metodologias alternativas que muitas vezes deixam de ser exploradas.A obra está disponível no site da Argos no formato PDF e é possível acessá-la gratuitamente: http://www.editoraargos.com.brSobre os organizadoresOrestes Trevisol Neto: graduado em Biblioteconomia e mestre em Ciências da Informação, ambas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Docente no curso de Biblioteconomia EaD na Universidade Comunitária da Região de Chapecó e bibliotecário da UDESC/Pinhalzinho. É avaliador da Revista ACB e membro editorial da Revista CSBEA. Conselheiro do CRB-14, atuando como coordenador da comissão de divulgação e valorização profissional. Possui interesse em comunicação científica, bibliometria, cienciometria e institucionalização científica e moda enquanto campo de conhecimento. Danielly Oliveira Inomata: doutora em Ciência da Informação, pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Informação, da Universidade Federal de Santa Catarina (PGCIN/UFSC). Mestre em Ciência da Informação pela UFSC. Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Atua como pesquisadora do Núcleo de Gestão para Sustentabilidade (NGS/UFSC) e do Grupo de Pesquisa Informação, Tecnologia e Sociedade (GRITS/UFSC), com foco de interesse em parques tecnológicos e redes colaborativas. Professora do curso de Biblioteconomia, na Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A professora da Unochapecó e coordenadora da Editora Argos, Rosane Silveira, participou da quinta edição das Jornadas Pedagógicas de Língua Portuguesa, na Finlândia. O evento foi realizado na Universidade de Helsinque. As Jornadas Pedagógicas têm como objetivo geral promover a troca de experiências e conhecimentos científicos entre professores e pesquisadores das especificidades da Língua Portuguesa atuantes no contexto internacional. O evento contava com mesas-redondas e conferências, e o tema principal foi “O status do Português como uma língua pluriétnica: contexto e práticas”.A professora Rosane apresentou um trabalho de comunicação oral, intitulado “Português como língua estrangeira: relato de práticas de ensino da comunicação, cidadania e cultura em contextos multiculturais”, e aproveitou os momentos de trocas de experiências para divulgar as pesquisas publicadas pela Argos Editora da Unochapecó. De acordo com a professora, esse tipo de evento aproxima estudiosos mundiais e por isso a importância de divulgar as pesquisas publicadas.
Em 30 de setembro comemoramos o Dia da Bíblia, o livro mais antigo e mais vendido de todos os tempos. Para homenagear este dia, trouxemos algumas curiosidades sobre este livro: 1 – A Bíblia Sagrada é o maior best-seller de todos os tempos, e a estimativa é a de que mais de 5 bilhões de cópias já tenham sido vendidas;2 – A Bíblia Sagrada está disponível em 2.454 linguagens diferentes;3 – A tradução inglesa do Livro Sagrado, a Bíblia do Rei James, inspirou mais músicas do que qualquer outro livro;4 – Para muitos especialistas, Jesus nunca se viu como o criador de uma nova religião, mas sim como a pessoa que reformaria o judaísmo;5 – O país que mais produz o livro é a China;6 – As Testemunhas de Jeová não comemoram seus aniversários porque as duas festas de aniversário existentes na Bíblia terminaram com a morte de alguém;7 – A Bíblia é o livro mais roubado do mundo;8 – Os três livros mais populares no Kindle são A Bíblia, A Biografia de Steve Jobs e Jogos Vorazes;9 – Leonardo Da Vinci estudou erosões de rios e se convenceu de que a Terra é muito mais velha do que a Bíblia diz;10 – Judas traiu Jesus em troca do equivalente ao salário de quatro meses de um trabalhador de sua época;11 – Algumas pessoas têm o hábito de abrir a Bíblia em uma página aleatória, ler algum trecho e usar o que leu como uma espécie de conselho divino. Esse hábito é chamado Bibliomancia;12 – Fazer juramentos pela Bíblia é proibido pela própria Bíblia;13 – Na Coreia do Norte, ter uma Bíblia em casa pode ser motivo para que uma pessoa seja condenada à morte;14 – Isaac Newton era apaixonado por estudos bíblicos e escreveu muito mais sobre Religião do que sobre Ciência;15 – Na Bíblia não existe nenhuma descrição física de Jesus Cristo;16 – Entre os norte-americanos, 12% acreditam que Joana D’Arc era esposa de Noé;17 – Existe uma organização responsável por enviar Bíblias à Coreia do Norte via paraquedas;18 – A Bíblia é um livro recheado de trocadilhos, nomes engraçados, descrições bem-humoradas, sarcasmo e ironia;19 – De acordo com a Bíblia, Davi deveria trazer ao Rei 100 prepúcios de inimigos mortos, para assim se casar com a filha dele. Ele trouxe o dobro;20 – Não está escrito na Bíblia que Maria Madalena era prostituta, nem mesmo qualquer informação sobre sua vida sexual;21 – Na Bíblia, há uma história na qual Deus envia dois ursos para matar 42 crianças que haviam caçoado de um homem careca;22 – O “Evangelho de Judas” fala sobre como ele foi o único discípulo a entender os ensinamentos de Jesus, que teria pedido para que ele o entregasse aos romanos;23 – Na Bíblia o nome Lúcifer não se refere ao demônio;24 – Para o Islamismo, a Bíblia é um livro divino que foi corrompido pelo homem. O Alcorão é, para os adeptos da religião, a versão corrigida da Bíblia;25 – Antes do século 17, as pessoas achavam que fósseis de dinossauros eram, na verdade, de criaturas bíblicas;26 – A República Dominicana é o único país do mundo que tem uma Bíblia desenhada em sua bandeira nacional. Fonte: <https://www.megacurioso.com.br>.
A 14ª edição da Flip acontece de 29 de junho a 3 de julho, novamente com curadoria de Paulo Werneck. Em 2016, a poeta Ana Cristina Cesar é a autora homenageada do evento. Expoente da geração da Poesia Marginal, que nos anos 1970 se firmou distribuindo edições caseiras no Rio de Janeiro, ao largo do mercado editorial e sob o peso da ditadura militar, Ana C., como é chamada por amigos e leitores, fundou uma vertente marcante na poesia brasileira contemporânea.Maria Lucia de Barros Camargo, doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP), analisa as poesias de Ana Cristina Cesar na obra “Atrás dos olhos pardos: uma leitura da poesia de Ana Cristina Cesar”, publicada pela Argos Editora da Unochapecó. “Atrás dos olhos pardos” resiste à tentação das mudanças significativas, das atualizações do corpo do texto, deixando-o com seus erros e acertos, com as marcas do tempo em que foi escrito, com as vantagens e desvantagens do pioneirismo de Ana Cristina Cesar, cujas poesias continuam válidas e podem contribuir para futuros e necessários desdobramentos analítico-interpretativos desta enigmática voz sempre às voltas com “a tirania do segredo”.Para adquirir a obra acesse: http://goo.gl/Ddo35K
A obra “Educação Física, formação e regulamentação profissional” foi produzida a partir de teses e dissertações defendidas nos programas de Pós-Graduação da Universidade Federal Paulista Júlio de Mesquita Filho, na área da Educação Física, acerca da formação inicial e continuada, além da regulamentação profissional e do mercado de trabalho em Educação Física.O livro, organizado por Gelcemar Oliveira Farias, Alexandra Folle e Jorge Both, tem como proposta construir perspectivas e olhares sobre ética e ciência na Educação Superior. Procura discutir com seriedade e profundidade a formação do profissional na Educação Física, tentando refletir com maior compreensão temas latentes que precisam ser avaliados nos cursos de mestrados e doutorados. Buscando discutir diferentes perspectivas da formação professor/profissional e Educação Física, sistematiza os pressupostos teóricos que orientam as investigações nesses programas.Sobre os organizadoresGelcemar Oliveira Farias: Professora licenciada em Educação Física e especialista em Educação Física Escolar pela Universidade Federal de Pelotas. Mestre e doutora pelo Programa de Pós-graduação em Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina. Docente do curso de Educação Física da Universidade do Estado de Santa Catarina. Desenvolve estudos relacionados à formação, ao desenvolvimento profissional e à prática pedagógica dos professores. Também é membro do grupo de pesquisa do Laboratório de Pedagógica dos professores e do grupo de pesquisa do Laboratório de Pedagogia do Esporte do Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina.Alexandra Folle: Professora licenciada em Educação Física e especialista em Esporte Escolar pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó. Mestre e doutoranda em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina. É membro do grupo de pesquisa do laboratório de Pedagogia do Esporte do Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina.Jorge Both: Professor licenciado em Educação Física e especialista em Atividade Física Direcionada à Promoção da Saúde pela Universidade Estadual do Oeste do Parará. Mestre e doutorando em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina, dedica-se a estudar as condições de vida do trabalhador docente de Educação Física. Atua como assessor pedagógico da diretoria de ensino fundamental da prefeitura municipal de Florianópolis e é membro do grupo de pesquisa do Laboratório de Pedagogia do Esporte do Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina.
Fábio Luiz Búrigo apresenta nesta obra uma retrospectiva da cooperação cooperativista e em especial da trajetória das cooperativas de crédito no Brasil. Um livro essencial como referência para quem pretende desenvolver o cooperativismo nas regiões catarinenses. As pesquisas e as análises desenvolvidas na obra são importantes para obter resultados significativos sobre os sistemas que moldam o cooperativismo de crédito rural no Brasil.Esta obra é trabalho percursor na análise da constituição de cooperativas vinculadas com movimentos sociais, criando novas perspectivas e soluções para o desenvolvimento desse trabalho em comunidades rurais mais pobres, buscando superar as desigualdades da concentração de renda no Brasil e a diferenciação social entre agentes financeiros e comunidades, com o objetivo de aumentar a oferta de serviços financeiros para a maioria da população.Como a expansão de mercado é uma das principais pautas abordadas, o livro procura trazer um melhor entendimento dos instrumentos de metodologias utilizados pelo mercado, mostrando, assim, novas formas de pensar e refletir sobre como essas organizações atuam em relação à sociedade e como isso afeta pessoas com poucos recursos financeiros. Sobre o autor Fábio Luiz Búrigo é natural de Criciúma (SC). Em 1987 formou-se Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Durante sete anos trabalhou na Fundação Rureco, uma ONG que atua com organizações de agricultores familiares da região centro-oeste do Paraná. De 1995 a 2002 colaborou com o Centro de Estudos e Agricultura de Grupo (Cepagro), em Florianópolis. Nesse período, estimulou a constituição de diversas cooperativas de crédito rural em Santa Catarina e divulgou sua experiência em várias partes do Brasil e no exterior. Em 1999, depois de participar de programa de intercâmbio com a França, onde frequentou aulas em universidades e conheceu os sistemas cooperativos e as organizações de apoio ao meio rural daquele país, concluiu seu curso de mestrado em Agroecossistemas na UFSC com a dissertação que fundamentou o presente livro. Em 2002 desligou-se do Cepagro para cursar doutorado no Programa de Pós-graduação em Sociologia Política da UFSC. A partir de 2004 atuou como consultor do Ministério de Desenvolvimento Agrário e pesquisador independente. Participa do Núcleo de Estudos Sociopolíticos do Sistema Financeiro e possui trabalhos publicados sobre cooperativismo, Crédito Rural, microfinanças e desenvolvimento.
No dia 1º de outubro acontece o lançamento da obra “A colonialidade e as contradições do desenvolvimento: desafios à efetivação dos direitos humanos na América Latina”. O lançamento acontece às 19h no Salão Nobre, na Unochapecó. O evento tem entrada gratuita.O livro é resultado da pesquisa acadêmica desenvolvida pelas autoras, visando o amplo debate sobre a colonialidade que permanece até os dias de hoje na sociedade latino-americana. A obra aborda os problemas sociais e ambientais que aumentam cada vez mais na sociedade industrial e globalizada da modernidade, enfrentados geralmente pelas minorias e/ou populações mais vulneráveis e marginalizadas. O estudo explora a descoberta e a colonização da América Latina, que influencia sobremaneira o seu modelo de “desenvolvimento”. “O livro examina as questões ambientais e sociais decorrentes do modo de produção e consumo que tende a conflitar com a capacidade do próprio planeta em suportá-los. Nesse sentido, muito embora a obra concentre atenção na América Latina, ao fim e ao cabo questiona e toca em um tema essencial, que diz respeito à continuidade da vida humana na Terra.” (Família da Taís Wengenovicz). Sobre as autoras Maria Aparecida Lucca Caovilla – Doutora em Direito, na área de concentração Direito, Política e Sociedade, e mestre em Direito, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Docente do Curso de graduação em Direito e do Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Direito da Unochapecó; coordenadora do projeto de pesquisa: Observatório de Políticas Constitucionais Descolonizadoras para a América Latina; coordenadora da Rede de Pesquisa: Constitucionalismo Latino-Americano, Direitos da Cidadania e Justiça Ambiental; coordenadora do Grupo de Pesquisa Direitos Humanos e Cidadania; integrante do Projeto de Extensão Comunitária Jurídica (PECJur); membro da Rede Internacional para o Constitucionalismo Democrático Latino-Americano; autora do livro: “Descolonizar o Direito na América Latina: o modelo do pluralismo e a cultura do bem-viver” (Argos, 2016) e “Acesso à Justiça e Cidadania” (Argos, 2006). Atua como pesquisadora no Programa de Mestrado em Direito (PPGD) da Unochapecó, na linha de pesquisa: Direito, Cidadania e Socioambientalismo. Desenvolve pesquisa nos seguintes temas: Novo Constitucionalismo Latino-Americano, Pluralismo Jurídico, Filosofia da Libertação, Interculturalidade, Direitos Humanos, Cidadania, Acesso à Justiça, Democracia, Ensino Jurídico, Direitos da Natureza, Desenvolvimento, Justiça Ambiental e Bem-Viver. Taís Wengenovicz (in memoriam) – Foi acadêmica do curso de graduação em Direito da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), com previsão dos créditos teóricos em novembro de 2018. Foi membro do Grupo de Pesquisa “Direitos Humanos e Cidadania”, desde julho de 2017, onde iniciou uma brilhante trajetória na iniciação científica. Seu sonho era tornar-se uma grande pesquisadora e seguir na carreira docente. O desejo de Taís era tão forte que, em tão pouco tempo de atuação junto ao grupo de pesquisa, construiu um belo alicerce na produção científica, publicando em eventos nacionais e internacionais. Enaltecer e eternizar sua caminhada acadêmica e científica, que teve sua existência, nesse plano, ceifada tão precocemente, passou a ser nossa responsabilidade...