O livro nasceu de uma inquietação dos autores, que são professores da disciplina de Metodologia da Pesquisa em diferentes programas de pós-graduação, quanto a racionalizar o processo de pesquisa,
A Associação Chapecoense de Futebol completa 50 anos. Veio ao mundo no dia 10 de maio de 1973. Este livro é, principalmente, uma singela homenagem do autor para o cinquentenário da Chape. Cinquenta anos n&atil
Conhecido pela defesa do imaterialismo, o filósofo irlandês George Berkeley (1685-1753) fez importantes contribuições para várias áreas fundamentais da filosofia (metafísica, filosofia da c
Luiz César de Sá se interroga neste livro sobre as técnicas letradas na base do funcionamento de querelas da França dos séculos XVI e XVII. Os métodos empregados na análise de escritos
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudad
Os estudos aqui reunidos demonstram as tantas possibilidades analíticas que se abrem quando observados os casos de escândalo nas artes e nas letras brasileiras. Por diferentes caminhos, as situações estudadas f
Por mais familiares que os termos estampados no titulo deste ensaio possam parecer, atestam a grande distância que nos separa de um passado em que a conveniência necessária entre as palavras e as coisas estava exposta
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Ano da edição: 2021 Organizadores: Daiane Eccel; Diogo Norberto Mesti; Rosana Moura ISBN: 978-65-88029-45-9 Páginas: 288 Onde deve estar a filosofia? A filosofia deve estar organizando, reunindo, pensando a educação e, mais precisamente, repensando a figura do aluno por uma perspectiva ampla, plural e dialógica. Com isso, é possível resgatar as condições mínimas do exercício da aprendizagem, do ensino, da educação e da formação, pois essas condições são dadas a partir do desejo e também do prazer em aprender que é por definição a característica mais marcante da própria faceta educativa da filosofia. Amar o saber, desejar aprender, ser aluno, tudo isso se confunde com o pensamento filosófico. Com isso, as reflexões de inúmeros filósofos da educação e amantes do saber aqui reunidas abrem uma trilha para a direção oposta à ignorância e à brutalidade e desenha a formação humana utilizando inúmeros outros recursos e resultados, repensando a autonomia, a decolonialidade, a técnica, a arte, a produção, a criação, a imaginação, as emoções, as crises, a natureza, a partir de pensadores antigos, modernos e contemporâneos que forjaram e moldam nossas tradições e origens.
Ano da edição: 2022 Organizadores: Cristiani Fontanela; Andréa de Almeida Leite Marocco; Letícia de Cesaro Gabriel; Rodrigo Barichello. ISBN: 978-85-7897-334-6 Páginas: 58 Esta Cartilha tem por objetivo disseminar a cultura da Propriedade Intelectual, respondendo as principais dúvidas da área. Trata-se de um dos objetivos do projeto para a Manutenção e Consolidação do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (NITT) da Unochapecó junto ao Centro de Inovação Chapecó e ao Pollen Parque Científico e Tecnológico, submetido à Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina – FAPESC.
Ano de edição: 2019 Organizadores: Ricardo Luiz de Bittencourt; Gislene Camargo ISBN: 978-85-7897-322-3 Páginas: 133 A Educação a Distância (EaD) é uma das alternativas encontradas pelo Estado brasileiro para expandir a matrícula na Educação Superior e atender a necessidade de formar professores em nível superior. As primeiras iniciativas de formação de professores em nível superior na modalidade a distância foram assumidas inicialmente pelas universidades públicas e, posteriormente, as universidades privadas perceberam uma lacuna de formação e entraram com toda força nesse “nicho de mercado”. Após quase duas décadas de implementação dessa política de formação de professores é preciso refletir sobre os efeitos dessa modalidade de ensino ainda em forte expansão no Brasil. Assim, a proposta deste livro é a de proporcionar aos leitores a reflexão sobre como esses professores recém-formados a distância estão chegando às escolas. Tomam-se como ponto de partida, para provocar as reflexões, as percepções dos gestores escolares.
Ano da edição: 2018 Organizadores: Danielly Oliveira Inomata, Orestes Trevisol Neto ISBN: 978-85-7897-289-9 Páginas: 209 Ao considerar inovação como uma ação ou um ato de modificar, renovar ou criar de uma novidade, é factível entender que estão incorporados nesta obra 12 relatos de pesquisas brasileiras, conclusas ou não, que apontam caminhos ou estratégias diferentes aos habituais percursos que são construídos para examinar as questões inerentes à Biblioteconomia e à Ciência da Informação. Sob esta concepção, esta obra, de iniciativa dos professores do curso de Biblioteconomia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) e da Universidade Federal do Amazonas, se debruça para examinar a inovação na Biblioteconomia sob diferenciados contextos, a saber: o tecnológico e seu emprego no aperfeiçoamento da oferta de produtos e serviços; o da promoção de informações dispostas em diferenciados ambientes para consumo de públicos diversificados; o da informação enquanto elemento construtivo dos processos de inovação e prospecção tecnológica; o do empreendedorismo; e o da imagem, seja ela institucional, seja ela urbana, denotando a transversalidade das temáticas tratadas.
Ano da edição: 2023 Organizadores: Cristiani Fontanela, Tuana Paula Lavall e Andréa de Almeida Leite Marocco. ISBN: 978-85-7897-344-5 Páginas: 226 It all started twenty-five years ago. When Fapesc emerged, the 2000s were nothing but an unclear future that inspired fear with all of the turn of the millennium symbology. The state’s technology ecosystem was still incipient, development notices for this purpose from specific agencies were non-existent, and innovation was a common word only in academic circles. It was a long, winding road to get to where we are now. We recovered every aspect regarding contributions that the ecosystem received from other departments, such as the Acafe System, Sebrae, the Certi Foundation, Facisc, Fiesc and business organizations. And how the ecosystem also went in the opposite direction, making a direct impact on the daily lives of universities, institutes and public agencies, as well as on the industry of Santa Catarina. This book also shows how the ecosystem made national and international connections, how we evolved with the passing years, and how this led to the Pact for Innovation, to Intellectual Property assets and to the consolidation of the state of Santa Catarina as a reference in STI.
Ano da edição: 2023 Organizadora: Fátima Kremer Ferretti ISBN: 978-85-789-7369-8 Páginas: 130 Logo após a publicação das DCN, a Unochapecó institui a comissão para elaborar o Projeto Político Pedagógico do curso de graduação em Fisioterapia. Duas décadas se passaram desde então, e esses 20 anos de história serão apresentados no primeiro capítulo desta obra: - Fisioterapia: 20 anos em ação no oeste catarinense. Uma trajetória permeada pela dedicação, pelo aprendizado e evolução, pilar de uma formação de profissionais altamente capacitados e comprometidos com a saúde e bem-estar da comunidade. É com grande alegria e orgulho que celebramos esses 20 anos com a publicação dessa obra.
Ano de edição: 2025 Organizadora: Carla Rosane Paz Arruda Teo ISBN: 978-85-7897-392-6 Páginas: 166 Este livro é, portanto, um dos produtos gerados no âmbito deste projeto, que se configura em um movimento de − antes de negar ou de aderir ingenuamente − resistir aos desafios contemporâneos apontados, que induzem e reforçam o individualismo, a competitividade, os desequilíbrios nas relações de poder e no reconhecimento do valor social das diferentes profissões, fragmentando o trabalho e fragilizando a atenção à saúde. Assim é que a obra está organizada na direção de abordar e responder aos princípios da educação interprofissional elencados (Barr; Low, 2012; Barr; Low, 2013; Barr et al., 2017), em uma tessitura que incorpora os demais elementos temáticos mencionados e que, aqui, nos interessam.
Ano da edição: 2021 Organizadores: Hilário Júnior dos Santos; Elcio Cecchetti ISBN: 978-65-88029-47-3 Páginas: 226 A Aprendizagem Baseada em Experiências (ABEx) é uma concepção de aprendizagem que busca promover a formação integral nos âmbitos social, interpessoal, pessoal e profissional, por meio de processos pedagógicos centrados nas dimensões do saber (conceitos), saber-fazer (habilidades) e saber-ser/viver (atitudes), a partir de metodologias que estimulem o protagonismo e o projeto de vida dos estudantes. A presente obra reúne diferentes contribuições que, de um lado, abordam a ABEx desde suas bases conceituais, metodológicas e avaliativas e que, de outro, tecem reflexões e relações acerca das dimensões da pesquisa, extensão, internacionalização e inovação, bem como dos processos de subjetivação e de acolhimento das expectativas dos sujeitos contemporâneos.
Durante os dias 30 de julho a 3 de agosto acontece, no campus da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em Uberlândia (MG), a edição 2018 do Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC). Com o tema “Circulação, tramas e sentidos na Literatura”, a proposta do evento é reunir nomes da pesquisa e da literatura nacionais e internacionais para debate.A Editora Argos realizará o lançamento de duas obras durante a edição deste ano. “Leituras desauratizadas. Ensaios provisórios, tempos precários”, do autor João Cezar de Castro Rocha, organizada por Valdir Prigol, será lançada no dia 30 de julho, às 20h, no Saguão da Biblioteca. “E a literatura, hoje? Estudos de crítica, história e teoria literárias”, do autor Roberto Acízelo de Souza, será lançada dia 1º de agosto, às 18h30, no Saguão da Biblioteca. Sobre as obras“E a literatura hoje? Estudos de crítica, história e teoria literárias”: a obra trata, segundo o autor, de “[...] questões literárias e sócio-político-culturais da atualidade – como o lugar da literatura e das humanidades na era da diversidade”. Trata também de “[...] problemas históricos, como as concepções de romances anteriores à consolidação do formato moderno do gênero.” A obra reúne alguns ensaios e entrevistas que abordam a perspectiva diversificada dos objetos estudados. A maioria dos textos foi elaborada entre 2014 e 2016, exceto um de 2008 e outros dois de 2011. Dois ensaios que compõem a obra são inéditos, outros textos apresentados já foram publicados em edições anteriores, porém, na presente obra foram retocados e atualizados.“Leituras desauratizadas. Ensaios provisórios, tempos precários”: Segundo o autor, o livro reúne textos que publicou nos últimos quatro anos sobre as leituras do mundo contemporâneo, sempre procurando entender os processos produtivos da nossa sociedade. “Atualmente vivemos uma situação difícil, onde é preciso transformar a precariedade cultural em estímulo intelectual”, afirma. João Cezar expõe nesse livro uma visão diferente para como se lê, a exemplo de obras anteriores, como em “Uma esquizofrenia produtiva: da prática a teoria”, que traz o sentido de que a leitura depende do leitor e a relação que ele faz com textos para haver uma compreensão. Os textos partem do princípio de olhar os outros lendo, para mudarmos nossos hábitos, assim como abordam acerca da posição da leitura e dos gestos de todo leitor diante de um texto. Os textos são originalmente vindos do jornal Rascunho, no qual o autor escrevia, mantendo o hábito do jornalismo cultural, e o resultado disso é o livro que dá um bom vislumbre de si próprio, para repensar hábitos e compreender de melhor forma textos e outros escritos.
As organizadoras desta obra trazem um grande avanço para o conhecimento científico sobre as questões enfrentadas em relação ao modelo econômico em que vivemos. Através de perspectivas ecológicas e ambientais, a obra tem como missão gerar conhecimento da agricultura regional e tornar-se um fórum permanente de discussões em relação às questões socioambientais.Entendemos que a região possui grande representatividade no País na área da exportação de aves e suínos, tornando a agroindústria a maior geradora de número de empregos, ou seja, a economia na região gira em torno disso.A obra busca uma reflexão sobre os problemas sociais, ambientais, políticos e econômicos da região, e principalmente os problemas causados pela extração de recursos naturais, da contaminação do solo e da água, da agroindustrialização, da urbanização, implantação de hidrelétricas de grande e pequeno porte e todos os reflexos que isso gera na nossa biodiversidade.Sobre as organizadorasGilza Maria de Souza-Franco: doutora em Ecologia de Ambiente Aquáticos Continentais na Universidade Estadual de Maringá (UEM). Mestre em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais (UEM). Graduada em Ciências Biológicas (UEM). Docente na Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), com atuação no Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais. Arlene Renk: graduou-se em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), cursou mestrado e doutorado em Antropologia Social no Museu Nacional/UFRJ. Está voltada à educação atuando no ensino superior e no mestrado de Ciências Ambientais da Unochapecó. Estuda questões de territorialidade, da mudança social na qual passa o meio rural e danos ambientais. O leitmotiv de seus estudos têm sido os múltiplos olhares que constituem a região do oeste catarinense e a identidade performática assumida.
No dia 27 de agosto, a Unochapecó recebe o Dr. Paulino Eidt, autor da obra Os sinos se dobram por Alfredo, publicada pela Argos. Ele ministra a VIII Aula Inaugural do programa de pós-graduação Stricto Sensu em Educação, com o tema “A subjetividade e a Produção Científica”. O evento acontece no plenário do bloco R, na Unochapecó, às 13h30, e a Editora Argos estará presente com vendas e divulgação de obras. Paulino EidtLicenciado em Estudos Sociais pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1986). Concluiu a Licenciatura Plena em Geografia pela Universidade de Passo Fundo (1990). Defendeu dissertação no mestrado em Educação nas Ciências Área de Geografia pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1998) e doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006). Foi professor titular da Universidade do Oeste de Santa Catarina, atuando na graduação e no Programa de Mestrado em Educação da instituição até 2017. Atua desde 1984 no Ensino Fundamental e Médio em Escolas Públicas. No Ensino Superior, exerceu docência de 1998 a 2017 e atuou nos componentes curriculares: Metodologia da Pesquisa, Geografia e História Regional, Antropologia Cultural, Antropologia Jurídica, Sociologia e Teoria Política.
A Feira do Livro de Chapecó chegou ao fim com ar de objetivo cumprido: quase mil pessoas presentes na palestra de encerramento e mais de oito mil passaram por lá durante os três dias. A feira contou com a participação de várias escolas particulares, estaduais e municipais, além de receber o público em geral durante todos os turnos.A feira também proporcionou a interação do público jovem com os livros, e também de dar aquela sensação boa de adquirir um livro. Através da moeda social, o Vale Livro, as escolas puderam proporcionar a seus alunos, que talvez nunca tivessem tido essa experiência, a compra um livro que tenham gostado.Além disso, a feira contou com intervenções artísticas, como danças, contagem de histórias, pintura, debates e palestras. Participaram mais de 15 expositores, como editoras, livrarias, sebos e autores. Com isso, a variedade de livros foi grande, com obras para crianças, jovens e adultos. No próximo ano, a intenção é deixar a feira maior e mais abrangente, para despertar cada vez mais a curiosidade pela leitura e literatura.
Esta obra apresenta pesquisas desenvolvidas coletivamente e realizadas no Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação da Unochapecó. Os textos, elaborados por diversos pesquisadores, têm o objetivo de tratar as lacunas do ensino pedagógico superior, analisando os problemas enfrentados na educação, no meio acadêmico. A obra fala sobre a formação dos professores na produção do conhecimento e desenvolvimento de pesquisas científicas, abordando o funcionamento dos processos pedagógicos utilizados para tentar desenvolver no estudante o gosto pela pesquisa.As pesquisas têm o poder de transformar a realidade, tanto por parte do sujeito quanto do pesquisador. Elas têm o poder de constituir a universidade e até mesmo o corpo científico, impulsionando o ensino e a extensão, qualificando a práxis e a transformação social a partir da formação de profissionais em educação.“Pesquisa na pós-graduação em educação: novos horizontes” é mais um lançamento da Editora Argos em e-Book e está disponível para download gratuito no nosso site. Confira: http://http://www.editoraargos.com.br/Organizadores Ivan Luís Schwengber: possui graduação em Filosofia pela faculdade de Filosofia Nossa Senhora da Imaculada Conceição (FFAFIMC) (1999), especialização em Metodologia de Ensino de Filosofia e Sociologia pela Sociedade de Educação Continuada (Educon) (2010), especialização em Gestão Escolar pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi) (2016) e mestrado em Educação pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) (2018). Atualmente participa do Grupo de Pesquisa Formação Humana, Cultura e Educação pela Universidade de Passo Fundo (UPF). É professor efetivo da Rede Pública de Santa Catarina desde 2002. Possui experiência na área de educação, ensino de filosofia, história; gestão escolar, elaboração de projetos políticos e pedagógicos. Pesquisa nas áreas de ecopedagogia, educação crítica, pragmatismo deweyano e ensino de filosofia com ênfase em filosofia da educação.Leonel Piovezana: possui graduação em História e Estudos Sociais pela Faculdade de Filosofia Ciência e Letras de Palmas (1984), especialização em História e Geografia pela Universidade Federal de Santa Cantarina (UFSC), mestrado em Desenvolvimento Regional pela Universidade de Santa Cruz do Sul (2000) e doutorado em Desenvolvimento Regional também pela Unisc (2010). Atualmente, é professor titular da Universidade Comunitária da Região de Chapecó, dos programas de mestrado em Educação. Autor dos projetos e coordenador de 2009 a janeiro de 2014 dos cursos de Licenciaturas Intercultural Indígena. Tem experiência na área de história e geografia, com ênfase em teoria do desenvolvimento regional, atuando principalmente nos seguintes temas: educação ambiental, espaço social, plano diretor municipal, meio ambiente, educação escolar indígena, educação superior indígena, cultura e monitoramento das interferências sobre as população indígenas da mesorregião grande fronteira do Mercosul e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Membro da Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina de 1991 e 1998/2005 e consultor para atualização da Proposta Curricular de Santa Catarina de 2014 sobre a educação, de 2014 a 2018, e coordenador do Programa de Pós-graduação Stricto Sunsu em Educação da Unochapecó de 2016 a 2018. Foi coordenador do Fórum Nacional Permanente do Ensino Religiosa (Fonaper) – gestão biênio 2014 a 2016. Especialista da Base Nacional Comum Curricular 2014-2016. Em 2 de fevereiro de 2018 toma posse como Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão, Inovação e Pós-graduação da Unochapecó.Rosilei Gugel Ficagna: formou-se em Pedagogia pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) (2002), especializou-se na área de séries iniciais e educação infantil pela FAI de Itapiranga (SC) e na área de coordenação pedagógica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestre em Educação pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) (2017). É funcionária efetiva da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina há 26 anos. Atuou como professora e gestora da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Caibi (SC) por 12 anos e, paralelo a este trabalho, foi alfabetizadora também por 12 anos, no município de Caibi (SC). Há 14 anos atua na Secretaria de Desenvolvimento Regional de Palmitos, na área da educação especial. É docente em cursos de formação de professores e presta assessoria pedagógica em prefeituras. Atualmente atua na Secretaria Desenvolvimento Regional de Palmitos (SC) e na Faculdade Santa Rita de Palmitos (SC). Tem experiência na área da docência em educação (fundamentos e superior), com ênfase em educação especial e fundamentos da educação, atuando principalmente nos seguintes temas: inclusão, educação básica escolar, didática, fundamentos da educação infantil, do ensino fundamental e da educação especial. Ivo Dickmann: bacharel em Filosofia pelo Instituto Superior de Filosofia Berthier (Ifibe) (2007), mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) (2010), doutor pela Universidade Nove de Julho (Uninove) (2018). É professor titular do Programa de Pós-graduação em Educação Stricto Sensu na Universidade Comunitária da Região Unochapecó (Unochapecó). Principal foco de atuação e pesquisa: educação (perspectiva crítica e libertadora), educação ambiental (formação de educadores ambientais, ambientalização curricular, educação ambiental Freiriana escolar e pedagogia e epistemologia de Paula Freire – tema gerador, círculo de cultura, situação-limite e inédito viável). Líder do Palavração – Grupo de Estudos, Pesquisas de Documentação em Educação Ambiental Freiriana. Entre as principais obras publicadas estão artigos em revistas científicas e os livros: Primeiras Palavras em Paulo Freire (2008, 2016), Pedagogia da Memória (2017) e Dinâmicas Pedagógicas (2017).Jandrei José Maciel: possui licenciatura em Filosofia pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS-Chapecó) e é mestrando em Educação pela Universidade Comunitária de Região de Chapecó (Unochapecó). Professor da rede Estadual de Ensino, professor do eixo de Ciência Humanas e suas tecnologias, pesquisador da educação popular e membro da pastoral da Juventude da Diocese de Chapecó.
A Associação Brasileira das Editoras Universitárias realiza sua terceira feira on-line de comercialização de livros de 2020. Este modelo de evento se mostrou bem-sucedido em um ano de diversas privações para o mercado editorial, permitindo melhores oportunidades de compra para os leitores e maior acesso às obras. Portanto, com início nesta terça-feira, entre 15 e 18 de setembro, teremos a Feira Virtual da ABEU: Cultura, que comercializará títulos da área com descontos e oferecerá obras para download gratuito. O evento integrará o XVI Enecult – Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura.A nova Feira virtual acontece nos mesmos moldes dos eventos anteriores, em um novo endereço: www.feirabeu.wixsite.com/abeu. O site irá atuar como uma vitrine digital para as editoras anunciarem as obras que estão comercializando. Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da editora ou livraria que vende o título, para poder finalizar a compra. Em outras palavras, o site da Feira funciona como um hub para que o consumidor entre em contato com as obras oferecidas pelas associadas da ABEU. Para a ocasião, teremos livros com até 50% de desconto, além de e-books para compra e download gratuito. Desta vez, no Instagram da ABEU, também haverá um sorteio de um kit de livros para cada dia do evento. Os seguidores do perfil deverão marcar dois amigos nos posts do sorteio para concorrer a obras que estarão sendo comercializadas na Feira.ENECULT – O XVI Enecult é realizado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), por meio do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT), Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (Pós-Cultura) do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC) e Faculdade de Comunicação (Facom). O evento, como tantos outros este ano, será realizado on-line, pelo canal do Enecult no YouTube, e, pelas limitações do formato, não contará com algumas atividades que faziam parte do Encontro, como é o caso das apresentações de trabalhos inscritos em nossos 20 Grupos de Trabalho (GTs). No entanto, haverá, durante os 4 dias do XVI Encontro, um total de nove mesas que debaterão temas relevantes para a cultura na contemporaneidade, além de uma programação cultural feita por intermédio de grupos e instituições parceiras.
Raul Antelo define a sua trajetória de crítico como algo (re)constituído a partir de restos, de resíduos, e de um “aperfeiçoamento do acaso”. Para Antelo, o olhar crítico surge marcado pela ideia de catástrofe, de colisão abrupta das posições mais dispares – o alto e o baixo, o letrado e o não letrado, o ativo e o passivo, o centro e a periferia. Destas aproximações inesperadas, gera-se eletricidade – produz-se e dissemina-se energia. A crítica constitui-se, desta perspectiva, como pedagogia transformadora e potencializadora; o crítico elide-se como sujeito para privilegiar o espaço de colisão dos objetos, dos textos, das manifestações artísticas e das novas correlações de sentidos que daí emergem.Esta energia potencializadora e potencializada surge-nos, justamente, como leitmotif da sua mais recente coletânea de ensaios, “Potências da Imagem”. Trata-se de um conjunto de perspectivas e textos críticos muito diversos, mas que convergem no desígnio último de “captar algo da energia do moderno que ainda resiste nos textos e imagens”. Da leitura do “inconsciente óptico do modernismo”, passando por uma análise das “anamorfoses do moderno” e “políticas da amizade”, até uma discussão das relações entre imagem e cultura de massa, e entre imagem, identidade e testemunho, o que Antelo nos propõe é não tanto uma viagem entre nações e territórios – desde logo a Argentina e o Brasil – como uma autêntica subversão dessas fronteiras, na busca das energias e dimensões extraterritoriais que atravessam os nem sempre bem compreendidos fenômenos da modernidade e do modernismo tardio na América Latina. Neste espaço transterritorial, mas sempre assumidamente político e social, as poéticas de J. L. Borges e de Walter Benjamin, de Walt Whitman e de Mário de Andrade, de Jorge Amado e de Bertolt Brecht (entre muitos outros), gravitam e colidem no jogo das múltiplas imagens que atravessam, geram, ou sobre as quais refletem e se refletem.A imagem – na pintura, na fotografia, no cinema – assume uma centralidade paradoxal nestas Potências, na medida em que suplementa e fornece presença ao texto entendido como “tecido de sentidos”, mas assinala, ao mesmo tempo, o inacabamento deste e a sua “vacância de sentido”. Entre a “receptividade (ou potência passiva) e a representatividade (ou potência ativa)”, as leituras de Raúl Antelo propõem-se ultrapassar “o círculo da subjetividade” e reativar energias esquecidas ou latentes, para mostrar “de que modo as formas do passado podem ainda ser novamente equacionadas como ‘problemas’” (p. 11-12). Neste contexto, assumem particular relevância as noções de sobrevivência e de indecidibilidade.Na sua dimensão de tempo histórico condensado que opera por suspensão e corte, a imagem transporta em si a possibilidade de recuperação de memórias que deste modo resistem e se deslocam no tempo e no espaço, procedendo a um alargamento inusitado destes e dos modelos culturais que os conceptualizam. Todavia, como sublinha Antelo, se a imagem pode ser retorno, ela nunca é retorno ao idêntico: “[...] aquilo que retorna na imagem é a possibilidade do passado. [...] Retorno e corte alimentam, portanto, uma certa indecidibilidade ou indiferença, uma impossibilidade de discernimento entre julgamento verdadeiro e falso, que potencializa, entretanto, o artificio da falsidade como única via possível de acesso à estrutura ficcional da verdade.” Através da assunção plena desta dimensão ficcional e lançando mão das mais variadas perspectivas e autores, o crítico constrói uma teoria das imagens mais atenta ao inconsciente histórico e à sobrevivência de certas formas expressivas do que os tradicionais modelos histórico-narrativos, que privilegiam a linearidade dos conceitos de começo e recomeço, progresso e declínio, nascimento e decadência.A referida indecidibilidade estende-se, deste modo, à própria crítica anteliana e potencializa-se, ainda que a expensas da inteligibilidade dos textos para o leitor impreparado. Ousando transpor os limites entre crítica e ficção – e assumindo sem inibições a crítica como “metaficção” ou “hiperficção” como sugere Antelo na citada entrevista – Ele assume igualmente o risco da excentricidade e da transgressão genológica. Algures entre crítica literária e a filosofia, entre a antropologia e a estética, habita o texto anteliano. Para além das “Potências da Imagem”, estas são, também, algumas das potências da sua crítica.Daniela KatoPara adquirir acesse: http://goo.gl/9p4cW4
A obra "1968: O Futuro do Passado", com organização de André Cechinel e Eduardo Subirats, tem como propósito não só prestar uma homenagem ao cinquentenário do emblemático ano, assim como reafirmar e celebrar a dimensão utópica e revolucionária das revoltas de 68. Os episódios ocorridos nesse ano consagraram uma força política civilizatória dirigida contra um presente anti-humano e irracional, marcado pelas guerras contínuas e pela negação da consciência política por meio de instituições autoritárias e de uma democracia do consumo.Ao longo da obra os organizadores ao afirmar a dimensão utópica de 68, busca-se tanto revisitar a crítica à fissura entre passado e presente quanto relembrar e vislumbrar a presença viva de uma força unificadora e transformadora, responsável por conceber uma resposta criativa ao esvaziamento da vida no neoliberalismo contemporâneo.O livro é resultado da coedição da Editora Unesc com a Editora Argos. O lançamento acontece hoje (27/11/2020), às 17h30 durante a programação da XI Semana de Ciência e Tecnologia – SCT. O lançamento tem como objetivo promover a socialização do conhecimento, e a divulgação das publicações, além da visibilidade do trabalho realizado pelos organizadores e autores presentes no evento. Acompanhe a transmissão do lançamento coletivo ao vivo através do link: <https://youtu.be/4JeoxlLi94A>.