O referente errante: The Waste Land e sua Máquina de Teses
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O referente errante propõe um outro T. S. Eliot, muito diferente do paladino da reedificação da ordem pela perfeição estética. Em vez de escritor reformador, ou reformador escritor, Eliot transforma-se em um enigma. As notas que deveriam explicar e ordenar os quadros díspares de The Waste Land realizam o contrário: remetem a outros textos, suscitam outras questões, criam outros problemas. Sua posição torna-se de difícil localização, pois não mais podem ser tidas como um complemento exterior, uma espécie de elucidação de autoridade, nem como parte rigorosamente interna do poema. Cechinel argumenta convincentemente que Eliot, ao parecer asseverar, esquiva-se, que ao invés de pontífice é um expert em máscaras. O resultado final aproxima o autor do esteticismo, que afinal foi uma de suas influências, mas também o liga à desconstrução – o que aponta para um interessante parentesco entre o movimento literário e o filosófico. No bojo de O referente errante está uma noção de negatividade estética como aquilo que recusa o processo de predicação da crítica através das tentativas de formação de sentido.
Ano da publicação: 2018 Autor: André Cechinel Co-edição: ediunesc ISBN: 978-85-7897-220-2 Número de páginas: 242
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Ano da publicação: 2007 Edição: 1 ed. Idioma: Português ISBN: 978-85-98981-67-3 Número de páginas: 29 Organizadoras: Eliane Fistrol; Esther da Veiga; Géssica Valentini
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Da atuação da autora como assessora da rede municipal de ensino de Chapecó (SC) durante a implementação do Programa de Classes de Aceleração no município emerge o problema discutido