Tradição literária brasileira, A: entre a periferia e o centro
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Com textos assinados por pesquisadores de diferentes quadrantes do País e ocupando-se de obras em circulação em diferentes momentos e recorrendo a diferentes matrizes teóricas e críticas, este livro não apenas retoma e atualiza questões antigas sobre as quais se vêm debruçando os estudos literários, como também abre caminhos muito sugestivos para novas pesquisas. Fazendo justiça a seu título, que anuncia a dialética entre os opostos centro e periferia, este inspira o leitor a reflexões sobre outras tantas dialéticas que tornam esta obra um excelente panorama de alguns dos novos rumos que vêm trilhando os estudos literários contemporâneos no Brasil.
Ano da edição: 2013 Capa: brochura Edição: 1. ed. Idioma: Português ISBN: 978-85-7897-099-4 Número de páginas: 271 Organizadores: Luís Bueno; Germana Sales e Valéria Augusti
O objetivo é partilhar pesquisas, experiências e reflexões sobre práticas e noções na área da segurança pública e debater sobre tecnologias e inovações sociais p
Reúnem-se neste volume ensaios representativos dos estudos especializados do autor desenvolvidos nos últimos 12 anos. Não obstante a multiplicidade dos tópicos tratados – desde uma escritora do sé
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A obra de Hannah Arendt suscita reflexões, ações e posicionamentos morais sobre fenômenos humanos contemporâneos. Com essa perspectiva, estudiosos do pensamento arendtiano se congregam para refletir sobre
Num período que se estende de fins do século XVII ao início do XX, as artes verbais passam por um processo de verdadeira reinvenção, configurando-se um trânsito que conduziria do velho conceito de
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Arlene Renk apresenta narrativas do diferente como parte constituinte do coletivo. Etnias e identidades se relacionam para formar o que chamamos de região. A partir de diversas narrativas, muitos questionamentos são suscita
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O autor analisa a relação entre o processo de industrialização e urbanização de Chapecó e a escolarização da população chapecoense por meio da criaç&atil
A produção literária, cultural e artística entre 1890-1920 reunida sob o termo “Belle Époque” é representada na historiografia com um pálido traço que sugere transi&cced
Nas últimas décadas, Roger Chartier vem revolucionando o estudo da história do livro, da escrita e da leitura. Ao mesmo tempo, suas contribuições para as discussões metodológicas e te&oacu
Em Exercícios críticos, há uma tentativa de aproximar a crítica, literária também, de outros espaços, para além da sala de aula das universidades. Diante deste desafio, o autor colo