Neste mês de julho a Editora Argos preparou uma promoção especial. Os livros do autor Valdir Prigol estão com até 70% de desconto.
Sobre as obras Por uma esquizofrenia produtiva (da prática à teoria) O conceito de “esquizofrenia produtiva” estrutura o livro, e as duas últimas seções oferecem uma possível demonstração através da análise de textos específicos. A ideia é exercitar o bilinguismo no mesmo idioma, isto é, pensar numa prática discursiva plural: na universidade, lançamos mão de uma malha conceitual inspirada em abordagens teóricas; já na imprensa cultural, a dicção necessariamente deve ser outra, de modo a alcançar um público não especialista, mas isso sem abdicar da complexidade e do rigor. Como encontrar-se e outras experiências através da leitura de textos literários A obra discute as contribuições que os textos literários oferecem para a formação do sujeito e a possibilidade de sermos outros além de nós mesmos por meio da experiência da leitura. Sem deixar de ser quem é, a partir de vidas inventadas, o leitor tem a condição de encontrar-se, pensar-se e tomar consciência da sua própria vida. Leituras do presente A obra faz uma reflexão sobre o jornalismo cultural, apresentando uma questão fundamental para entender as últimas décadas: a troca de um projeto de futuro por uma reiterada presença do passado no presente. Segundo o autor, vive-se um período marcado pelo excesso de memória, excesso entendido como um dispositivo de captura de subjetividades e que está presente em todos os campos discursivos, da política à literatura.
Leituras desauratizadas: tempos precários, ensaios provisórios Este livro é composto de ensaios que olham para a leitura dando visibilidade para leitores lendo. Este gesto é decisivo porque olhando as práticas dos outros podemos pensar as nossas. A começar pela compreensão de leitura. Para o autor, leitura é relação e nela estão implicados leitor e texto dentro de certas condições. E é aí que a metáfora de leituras desauratizadas ganha potência, porque, além de falar de uma posição de leitura – que desliza nos ensaios para poéticas da emulação, culturas shakespearianas, leitura-colagem, reciclagem – em diálogo com os trabalhos de Machado de Assis, Oswald de Andrade, René Girard, Antonio Candido, também fala do gesto de todo leitor diante de um texto. É por isso que em todos os ensaios o autor inclui-se na leitura, fala de dentro da leitura. E inclusive do lugar de onde fala, o jornalismo cultural, lembrando que todos os ensaios aqui reunidos foram publicados no jornal Rascunho. Aqui é preciso ressaltar a compreensão que o autor tem de sua circunstância, ao construir boa parte dos ensaios em série, mantendo o diálogo com o leitor sobre um mesmo assunto por meses. Esse olhar para a leitura permite ao autor colocar em cena uma das suas principais contribuições para os estudos literários: pensar a crítica como leitura, e a partir dela aproximar-se da história e da teoria.
Confira na Loja Virtual da Argos (http://www.unochapeco.edu.br/argos) ou na Livraria Universitária da Unochapecó. Boa leitura!
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